Bonjour, mes enfants obscurs
Encontrei essa matéria hoje no Portal Fator Brasil :
“Até recentemente, o corselete (lê-se corselê) e o espartilho ficaram fora de moda e foram até rejeitados pelas mulheres, por serem vistos como símbolos de opressão feminina.
Hoje em dia, porém, estão voltando com força total, ainda mais depois que o underwear voltou para as passarelas internacionais nos últimos desfiles de marcas consagradas como Marc Jacobs, Dolce&Gabanna e Dior.
As peças já invadiram as vitrines das lojas especializadas e prometem deixar a mulher com uma silhueta de cortesã do século XVIII. Porém, com sensualidade e muito mais conforto!
Como a volta dessas peças à moda é recente, muitas mulheres desconhecem a diferença entre elas. “O espartilho é mais sexy, com tecidos mais delicados, como rendas e seda, e possui aquela talinha que liga o espartilho com a meia. Já o corselete parece uma blusinha mais modelada, e aparece em tecidos mais grossos, como o veludo e o cetim, ou mesmo uma microfibra trabalhada”, explica Eugênia Del Vigna, proprietária da Tayê Lingerie, em Belo Horizonte.
Antigamente, as mulheres usavam o corselete para moldar o corpo, principalmente para afinar a cintura. Por causar muito desconforto e até fazer mal para a saúde, ele deixou de ser usado após a revolução feminina. Hoje, o corselete voltou repaginado. Ainda exerce a função de modelar o corpo, só que com muito conforto e sensualidade.
Já o espartilho nunca sai da moda e é usado em momentos que a mulher quer mudar o visual e dar um toque diferenciado na produção.
Enquanto o espartilho é usado nos momentos mais íntimos, fazendo composição com a liga e a meia-calça, o corselete pode ser usado como um complemento no visual, com jeans e blazer, por exemplo.
Porém, é preciso tomar certo cuidado para não ficar vulgar. “O corselete fica bonito e elegante quando é usado com cuidado, deixando apenas um detalhe à mostra, sem exageros”, conta Eugênia.
A empresária da loja Tayê sugere como usar: “A peça combina com uma produção para sair à noite, ou ir a um restaurante com o namorado ou amigas. Nada de usar em ambientes formais, como no trabalho ou em festas formais”, alerta.
O interessante é combinar o corselete com outras roupas neutras, como calça jeans e blazer. Também combina com calças básicas, shorts, saias e também complementam vestidos.”
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É comum haver uma grande confusão entre corset, corselet, espartilho e corpete. Para desfazer os mal-entendidos, sugiro o blog Tight Lacing, que tem muitas dicas para quem quer começar a se dedicar a esta arte de esculpir o corpo sem agulhas e também para os que só tem curiosidade:
http://tightlacing.blogspot.com
Au revoir
Bonsoir, mes enfants obscurs
Hoje resolvi dividir com vocês um segredinho que acabei de pôr em prática. Muitos de nós gastam um certo dinheiro, que é um bom investimento, em camisetas de banda, aquelas famosas camisetas pretas com estampas emborrachadas e/ou com acabamento plástico. Saímos com elas por aí, nos expondo a todo tipo de intempéries e acidentes, e fazendo propaganda de nosso gosto musical, digamos, fora do comum.
As camisetas de banda no geral são feitas de algodão e duramente tingidas nas fábricas, tanto que, logo nas primeiras lavagens, é preciso lavá-las apenas com roupas pretas ou sozinhas. E lá se vai uma água meio marrom, meio roxa pelo cano… O resultado disso e do uso contínuo, prolongado e indiscriminado é que as camisetas DESBOTAM. Desbotam e ficam com uma aparência de roupa surrada e até mesmo um pouco suja. Mas hoje nós vamos resolver esse problema.
MATERIAL
1 tintura quente na cor preta, preferencialmente da marca TUPY (você pode encontrar em casas de aviamentos com bastante facilidade);
Bastão ou vareta para mexer
Sal de cozinha
1 panela velha com capacidade para 2,5 litros (para preparar a tinta);
1 panela ou panelão com capacidade superior a 6litros (para tingir)
PROCEDIMENTO
Ferver 2 litros de água e misturar o corante em pó na água fervente, mexendo sempre;
Em separado, ferver 6 litros de água na outra panela. Quando a água estiver fervendo, misture 2 a 3 conchas de tintura e dois bons punhados de sal e mergulhe 1 camiseta. Para não danificar o tecido, controle o tempo de fervura no relógio (15 a 20 minutos, não mais que isso).
Retire a camiseta com cuidado e enxágue abundantemente apenas em água, retirando o excesso de corante. Após isso, você pode mergulhar a peça em amaciante. Coloque para secar à sombra e do avesso.
Para tingir mais peças no mesmo dia, apenas vá acrescentando mais água e tintura líquida na panela onde for ferver as camisetas.
O sal serve para fixar a cor no tecido.
HOT TIPS
Sempre seque suas camisetas, ou qualquer roupa, pelo avesso e à sombra. Sol desbota.
Quando comprar uma roupa nova, teste se ela libera tinta na lavagem. Se liberar, antes mesmo de lavá-la, deixe mergulhada numa bacia de água fria com dois punhados de sal de cozinha durante uma hora.
Em breve, posto aqui o antes e o depois de uma camiseta revitalizada.
Au revoir
Bonjour, mes enfants obscurs
Está um calor infernal aqui ao sul do país. Pouco vento e muitas nuvens são a receita perfeita para chuvas de verão no fim da tarde – e para nos enlouquecer também. Numa cidade onde os ônibus circulam, em sua maioria, com os condicionadores de ar DESLIGADOS, o remédio é apelar para medidas paliativas. Se você não tem muita disposição para andar com uma toalhinha e/ou já passou da idade dos práticos leques de papel que (pelo menos eu) fazíamos na escola, esse artigo é para você. Nosso assunto hoje é o leque, essa peça que já foi sinônimo de sedução feminina.
Há registros de leques em pinturas de tumbas egípcias de 4.000 anos atrás, bem como em cerâmicas chinesas datadas de 3.000 anos atrás. Poetas gregos costumavam descrever o leque como “cetro da beleza feminina” e os leques chegaram a Roma (e a nós) através da conquista da Grécia.
Leques se tornaram particularmente famosos a partir do século XVI e foram, sem sombra de dúvidas, a salvação de muitas portuguesas, espanholas, inglesas e francesas em suas incursões no Novo Mundo…
Confeccionados em renda, tecidos finos, plumas, recebendo fios de ouro e delicadas pinturas à mão, os leques eram peças de luxo e muito, muito caras. Hoje é possível em alguns museus encontrar peças dos séculos XVIII e XIX e perceber a riqueza do trabalho dos artesãos em construir os leques e retratar cenas com pinturas super detalhadas.
Embora hoje muitos considerem os leques como peças “da vovó” e não faltem os que digam que leques são “cafonas”, a verdade é que estas peças além de práticas, são muito bonitas e ardilosas: ao longo dos anos, o leque se tornou a arma por excelência da sedução feminina, havendo um código de sinais que os amantes trocavam a partir do posicionamento e dos gestos que a mulher fazia com seu leque.
CÓDIGO DO LEQUE
Segurar o leque aberto sobre a bochecha direita: me siga
Sobre a bochecha esquerda: vamos marcar um encontro
Leque fechado sobre a orelha esquerda: me deixe tranqüila
Virar o leque fechado várias vezes sobre a mão esquerda: estamos sendo observados
Abanar-se rapidamente: sou noiva
Abanar-se lentamente: sou casada
Manter o leque aberto e imóvel em frente ao rosto: me espere no local combinado
Bater uma vez com o leque fechado sobre a cadeira ao lado: sente-se comigo
Bater três vezes: sente-se comigo agora!
ONDE ENCONTRAR LEQUES?
Por incrível que pareça, leques hoje são peças baratas, encontradas em lojas de 1,99! Procurando um pouco, você pode encontrar alguns com pinturas muito bonitas e um belo acabamento.
Ao comprar um leque, você deve avaliar se as folhas (parte que abana) são feitas de tecido ou papel. Os de papel são mais frágeis. Nos de tecido, preste atenção se as costuras estão firmes. Os de madeira levam a vantagem de, sendo crus, poderem ser personalizados: eu costumo pintar os meus de acordo com a necessidade e uso tinta acrílica para isso, o que tem funcionado muito bem.
Preste também atenção à parte final do leque, onde há um parafuso ou uma alça que segura as hastes do leque. Atente para que não esteja frouxa, caso contrário pode se soltar.
Bastante cuidado ao bater o leque. A tentação de abri-lo com aquele barulho é grande, mas, sendo o leque comprado em lojas populares, sua articulação não é lá muito resistente…Mas se você quiser bater o leque por onde passar (e nunca deixar de ser notad@), fique à vontade. E fresquinh@.
Au revoir
Bonjour, mes enfants obscurs
Hoje, retornando ao programa, estou postando alguns vídeos tutoriais de maquiagem que encontrei no Youtube – porque não adianta falar sobre maquiagem sem mostrar como fazer. São vídeos de maquiagens femininas, mas nada impede que os rapazes adaptem para suas necessidades. Bem, a maioria deles está em inglês, portanto, atenham-se apenas às imagens, hehehe.
ESTILO AMY WINEHOUSE:
O BÁSICO DO DELINEADOR PRETO
UM LINDO TRABALHO DE DESENHO NOS OLHOS
VAMPIRA (me lembra os olhos da Simone Simmons)
Recados Paroquiais:
É com certa ansiedade e nervosismo que Mme. Mean informa aos seus leitores, amigos, inimigos e o mais que forem, que a partir do dia 15/02 será a feliz professora de muitos meninos e meninas de 11 a 16 anos e, portanto, não postará com a mesma frequência – e decerto nem mais com a mesma energia, afinal crianças nos consomem, hehehe. Mas O Sombria Elegância continuará ativo, nem que seja com artigos semanais.
Au revoir
Bonjour, mes enfants obscurs
Voltando ao programa COORDENANDO CORES, hoje falarei sobre como escolher a cor que fecha melhor com o seu tom de pele. Estou partindo do princípio de que você não só está seguindo minhas (preciosas?) dicas de sair da mesmice do preto como, eventualmente, pensa em investir em roupas que destaquem alguma outra cor. Mas, para isso, você precisa se conhecer bem.
Mesmo que não sejam grandes fãs de Nightwish (como esta criatura que vos fala – shame on me!), acho que a maioria de vocês já deve ter visto isso:
Passando longe de comentar sobre a trágica combinação do microfone com a roupa, e reconhecendo que a renda usada é linda, Tarja Turunen fez uma má escolha nessa ocasião. Preto com a amarelo é uma combinação por si só ousada e que, naturalmente, se destina às chamadas PELES QUENTES – caso contrário, você parecerá um fantasma com problemas de fígado…. Pois bem, vamos aos conceitos de peles quentes e frias.
***** PARA DETECTAR SE SUA PELE É QUENTE OU FRIA
Há métodos rápidos para isso – um para você realizar sozinho(a) e outro com a ajuda de amigos em quem você confie (e que tenham bom senso).
1. Vá até a papelaria mais próxima e compre duas folhas de papel laminado, uma prata e outra dourada. Em um ambiente onde haja boa iluminação natural, pare em frente ao espelho e coloque uma das folhas num ângulo quase reto (90º) em relação ao seu peito. Veja como a sua pele se comporta com a folha dourada e com a folha prata. Aquela que criar um efeito luminoso na sua pele, que destacar o seu cabelo e seu rosto, determina a temperatura da sua pele. Claro, você pode pedir uma segunda opinião nesse método.
2. Arranje um bom número de jóias prata e douradas, daquelas bem grandes e extravagantes. Use primeiro todas as douradas e tire uma foto. Faça o mesmo com as prateadas. Depois avalie e peça também para outras pessoas avaliarem qual dos tons fecha melhor com a sua pele.
Fica a regra:
DOURADO = PELES QUENTES
PRATA = PELES FRIAS
PELES QUENTES
As peles quentes recebem muito bem tons de vermelho, verde, amarelo, cobre, dourado, marrom, bege e lilás. Abuse dessas cores tanto para maquiagem quanto para roupas.
PELES FRIAS
Peles frias se adaptam bem a vermelhos fechados, azuis, roxos, ao próprio preto e, principalmente, ao prata.
HOT TIPS
Converse com a sua revendedora Avon e pergunte se ela tem o DVD de Maquiagem da marca, com dicas do Duda Molinos. É um material excelente para aprender maquiagens rápidas e práticas, além de cuidados com a pele que valem também para os rapazes. Nesse DVD, fala-se bastante sobre as cores adequadas a cada tipo de pele, de acordo com a cor do cabelo também.
No próximo artigo, vou falar sobre cuidados com a pele para homens e mulheres.
Au revoir





























