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Arquivo de December, 2008

30
12 08
Arquivado em Sintetizador de ossos
Postado por Isa F. | { 3 comentários }

“Projeto de Darkwave encabeçado pelos irmãos Hansen. O projeto começou em 1991 e existe até hoje, embora os irmãos Hansen tenham criado uma série de projetos paralelos. É perfeito para quem gosta de Sopor Aeternus e Android Lust”

Site Oficial
http://www.oneiroidpsychosis.com/
MySpace
http://www.myspace.com/oneiroidpsychosis

ÁLBUNS PARA DOWNLOAD

Discografia semi-completa. O único que não foi encontrado foi o album Sentient. Créditos aos colegas da comunidade Gótico/Darkwave no Brasil que postaram diversos albuns.

Garden of Remembrance

1. “Dark Day” – 5:02
2. “October” – 4:46
3. “Solace of the Shadows” – 2:03
4. “Galatea” – 4:14
5. “Wandering of the Womb” – 3:04
6. “Tristesse” – 4:53
7. “Mircalla” – 4:59
8. “Long Lost” – 2:37
9. “Iea” – 2:48
10. “A Soul Upon All This” – 5:10
11. “Carmilla” – 5:53
12. “Cloud of Unknowing” – 3:35
13. “Nihil Novum Sub Sole” – 13:16

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Fantasies about illness

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Oneiroid Psychosis – Stillbirth

Tracklist:

1.Succubi
2.Prurience
3.Fleshmachine
4.Bloodlust
5.Menarche
6.Hypnagogic Existence
7.Psycopathia Sexualis
8.Mind’s I
9.Motionless
10.Broken Eyes
11.Untitled (Bonus)

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Dreams

1. “killed today a young girl; it was fine and hot.” – 4:05
2. Winter Day – 6:56
3. Discharge – 5:11
4. Cursed – 4:01
5. Withering and Wishing – 6:11
6. Disturbance – 7:58
7. Fragments – 5:11
8. In Nature and Black – 6:47

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Forever is Forgotten

TRACKLIST

1. Mysterium Tremendum – 6:04
2. Birth and Death – 15:08
3. The Room – 6:37
4. The Devil’s Tongue – 15:16
5. As Leaves Fell – 6:44
6. Never Forgive, Never Forget – 3:16

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Assuage

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POR TORRENT

Tem quase todos os álbuns menos o SENTIENT. Depois que baixar o arquivo torrent baixe o programa BitTORRENT (ou qualquer programa torrent da sua preferência) para baixar os albuns ;)

LINK DO ARQUIVO TORRENT

E por último e o mais esperado álbum!!!!

Sentient

Download

Senha do Sentient: www.synthema.ru


28
12 08
Arquivado em Erotismo
Postado por Isa F. | { Comentar }

Todos temos um fetiche…seja ele por alguma parte do corpo, fetiche sexual ou erótico, mas todos tem (não adianta negar hahahaha). Essa reunião é uma pesquisa pequena que fiz sobre Fetiche e os méritos do texto são dos sites listados ao final dele.

TEORIAS DO FETICHE DE ACORDO COM ALGUNS SEXÓLOGOS

1- “Alguns sexólogos chegam a arfimar que existe um fetichismo à algumas características do objeto sexual. Dessa forma, haveria fetichismo por amputação, deformação, mutilação e por pessoas portadoras de síndrome de Down. Não existe explicações para as causas do fetichismo, porém, alguns psicanalistas dizem que, na fase em que o homem é acometido por temores de castração (ao descobrir que existem seres humanos sem pênis, isto é, as meninas e mulheres em geral), passa a ver em certas peças de indumentárias femininas ou em outro objetos o pênis feminino perdido. Mesmo depois que aprende a reconhecer a realidade genital das mulheres, inconcientemente o fetichista continua à identificar o fetiche com a sexualidade feminina e a dirigir a ele seu impulso sexual.”

2- “O fetichismo ocorre por termos de condicionamento, isto é, o indivíduo se torna um fetichista após a experiência sexual intensamente associada, mais de uma vez, a determinado objeto ou a partes do corpo. Ainda convém lembrar, que uma terceira teoria explica que o fetiche assume significado sexual por imprinting, processo pelo qual o objeto imediato de satisfação de um impulso em suas primeiras manifestações é gravado na memória como “objeto natural” desse impulso. “

FETICHISMO ERÓTICO

Essa é a parte que eu gosto…
O fetichismo erótico aborda aquele tema bem “clichê” da exitação, prazer pelas coisas inanimadas em contato com o copor ou partes d ocorpo da pessoa mesmo. O fdetiche é essencial e indispensável para que o “borogodó” do fetichista desja mais gostoso. O fetichista recorre a objetos inanimados e o direciona para alguma parte do corpo da pessoa, isso satifaz a pessoa sexualmente. O fetichista não ama completamente a pessoa, ele ama partes dela ou objeto usado por ela, ele não ama a pessoa “real” ele pode amar uma calcinha, os pés, nádegas, etc.

FORMAS DE FETICHISMO

Fetichismo Corporal:

.Fetichismo das extremidades superiores.
.Fetichismo das extremidades inferiores.
.Fetichismo dos cabelos.
.Fetichismo dos olhos, nariz, orelhas e boca.
.Fetichismo do tronco.
.Fetichismo das regiões defeituosas.

Fetichismo Impessoal:

.Objetos para fins exclusivos de adornos.
.Objetos que estão em contato com a outra pessoa, não obrigatoriamente com fins de adorno.
.Objetos de origem animal.
.Objetos variados.

“…todas as pessoas são fetichistas em algum grau. Cada uma se sentindo atraído por determinado estilo de vestimenta ou por indivíduos dotados de certos atributos ou características físicas. O que não é normal é a pessoa não conseguir obter prazer sexual sem o seu fetiche.”

Ganchinhos:
http://www.mortesubita.org/
http://www.wikipedia.org/


28
12 08
Arquivado em Sintetizador de ossos
Postado por Isa F. | { Comentar }

Klaus Nomi era uma autêntica criatura alienígena que caiu de pára quedas (ou sem) na cena underground new wave. Com voz estudada, contra-tenor, Klaus levou a opera para o mundo pop, e vice versa.

“Parece um marciano,
canta como uma diva”

Com um visual inacreditavelmente elaborado – que mais se assemelhava a um “clown” cibernético saído de uma Commedia dell’Arte Cósmica – cantava um repertório que mesclava rock and roll, trechos de óperas e trilhas de filmes. Ancorado por uma banda que resolvia muito bem os desafios deste tipo de ecletismo, arrasava no rock e era um(a) excelente soprano lírico(a). Difícil imaginar isto nos anos 80? Pois é, até mesmo naqueles anos de loucuras instituídas por um vale-tudo estilístico, Klaus Nomi não passava desapercebido.

Seu visual absurdo, inspirado numa combinação de expressionismo alemão com o design da escola Bauhaus, era de um impacto tão grande que chegou a ser escalado para desfiles da Fiorucci, uma grande marca de roupas da época. A Interview, revista criada por Andy Warhol, e acostumada à bizarrice nova iorquina, abriu suas páginas para ele por diversas ocasiões. E este andróide vampiresco construiu sua carreira musical com apenas 3 discos, sendo dois de estúdio e um ao vivo. Tocou com músicos amadores, mas também com David Bowie e com orquestras consagradas. Infelizmente o cometa durou pouco e, aos 39 anos, exatamente em 1983, aquele que era chamado de “comandante da invasão marciana” morreu vítima da AIDS. Na verdade foi a primeira pessoa VIP a ter a síndrome assumida publicamente, o que causou o afastamento da maioria de seus amigos, já que naqueles tempos a doença era conhecida como “peste gay”, e o contágio era proclamado como arrasador. Assim terminou a história deste sujeito que saiu do interior da Alemanha nos anos 70 e foi para o lugar certo, a New York new-wave, que o consagrou.

Durante um bom tempo pensou-se que Nomi havia se diluído no imenso mar do esquecimento, até se perceber que seus discos continuavam a ser vendidos e a busca por informações em sites sobre ele, pipocavam na net. Agora surge nos cinemas uma produção sobre o cara intitulada The Nomi Song, dirigida por Andrew Horn, que fez um misto de documentário, musical e ficção científica, e que já está coletando premiações, inclusive ganhando como o melhor em sua área no Festival Internacional de Berlin, ano passado.

Com o subtítulo “Ele veio do espaço para salvar a raça humana”, o filme está “bombando”, por enquanto, só no hemisfério lá de cima, mas certamente chegará até nós. Já disponível em DVD (www.thenomisong.com) , contando com vários registros das performances do artista, mostra sua personalidade polêmica que revelava, na verdade, uma confluência de seus vários estilos de vida.

Auto-intitulado “a vídeo estrela perfeita”, Nomi explodiu na mídia com suas performances robóticas bem antes da MTV transformar os videoclips em fenômeno de “mass media”. Nascido no pós guerra, foi criado mamando em três tetas musicais: a tradição operística germânica, a diva Maria Callas e a Rádio das Forças Armadas, onde ouvia Elvis. Nomi tirou daí os referenciais de sua “anima” artística fazendo o personagem híbrido que, na chamada comercial do filme, resulta nas perguntas: ”Homem ou Marciano? New Wave ou Ópera?”. E, diga-se de passagem, o resultado desta mistura é surpreendente.

Por exemplo, sua gravação da “Ária da Sedução” da ópera “Sansão e Dalila”, de Saint Saens, é de fazer os similares nacionais, que se aventuraram por esta seara rock/ópera, quebrarem todos os seus discos onde tentaram fazer algo parecido. E não para por aí: sua interpretação da ária “Waiward Sisters”, da ópera “Dido e Enéas”, de Purcell, também é portentosa. Num arranjo volumoso de sintetizadores eletrônicos, emerge a voz cristalina de Klaus Nomi, fazendo um contraponto musical, como se fosse um facho de luz numa névoa densa. Mas, como disse acima, o repertório era eclético, e esta mesma ária é mesclada com “Ding dong (the witch is dead)”, que faz parte da trilha sonora do filme “O Mágico de Oz”. Além de tudo, o cara tinha um grande humor…

O documentário é um bombardeio de imagens, o que não poderia ser diferente, já que Nomi era um “expert” em desafios visuais. Quando ainda estava na Alemanha, cantava travestido num bar freqüentado por soldados americanos e foi lá mesmo que conheceu um deles que o levou para New York. Era o lugar certo, a hora certa, mas a doença errada. A cena dos clubes da Big Apple fervia, e o espaço ( e a liberdade ) que proporcionava fez a carreira do performático andróide decolar. E, oriundo do mundo underground, foi parar em destaque nas páginas dos cadernos de cultura de todos os jornais da cidade, desde o Village Voice (radicalmente “gay”) até o New York Times (radicalmente “straight”). Mas veio a AIDS e fez, do homem, o mito… Isto tudo está no filme, porém Andrew Horn privilegia a música, o “performer” e a sua criatividade exacerbada, mostrando um retrato indelével do artista inovador que ele foi. Tudo resulta num depoimento afetivo e elegante que, confirmado pela crítica, é um prazer a ser vivenciado.

Créditos pelo texto: google


28
12 08
Arquivado em Sintetizador de ossos
Postado por Isa F. | { Comentar }

Psychobilly é um gênero musical geralmente descrito como um mistura entre o punk do final dos anos 70 e o rockabilly norte-americano dos anos 50. O gênero também é caracterizado pelas referências à filmes de terror e assuntos como violência, sexualidade lúgebre e outros tópicos geralmente considerados tabus, embora apresentados de forma cômica e corajosa.

O termo “psychobilly” foi usado pela primeira vez por Johnny Cash em sua canção “One Piece at Time”, sucesso no Top Ten de 1976. Passaria a ser usado para definir o gênero alguns anos depois, quando o The Cramps descreveu sua música como “psychobilly” e “voodoo rockabilly” nos pôsteres de seus shows. Embora o Cramps tenha rejeitado a idéia de ser parte do cenário psychobilly, são eles, juntamente com artistas como Screamin’ Jay Hawkins, The Stray Cats e Motörhead, os considerados precurssores do movimento. Musicalmente falando, haviam antecedentes também no cenário garage rock e pub rock já nos anos 60 e começo dos 70.

A primeira banda considerada psychobilly foi a Meteors, formada no sul de Londres em 1980. Com um integrante que fazia parte da subcultura rockabilly, outro envolvido com a subcultura punk e um terceiro que era fã de filmes de terror, suas idéias musicais se juntaram e formataram o gênero como ele existe atualmente. O Meteors também inventou o conceito do psychobilly ser apolítico, encorajando seus shows a serem zona “não-politizada” em função de evitar brigas entre os fãs, como estava se tornando recorrente no cenário punk da época. Até hoje, praticamente nenhuma música de psychobilly fala de política.

Em 1982 uma casa noturna chamada Klubfoot foi aberta em Hammersmith, a oeste de Londres, criando um lar para o cenário britânico de psychobilly. O clube seria eventualmente demolido, dando lugar a prédios de escritórios e uma estação de ônibus. Por nunca ter sido um estilo muito popular, seus fãs frequentemente organizam “Finais de Semana Psychobilly” em que várias bandas tocam juntas para conseguir atrair bastante público. Os primeiros finais de semana foram organizados no Reino Unido em meados dos anos 80.

O psychobilly eventualmente se espalharia através da Europa, particularmente na Alemanha, Itália e Espanha, em alguns lugares nos Estados Unidos e gradualmente na Ásia, especialmente no Japão. Enquanto o psychobilly do começo dos anos 80 (com Meteors, Sharks, Batmobile) era similar ao punk ou ao garage rock, o psychobilly do final da mesma década já lembrava mais o heavy metal (com Nekromantix, Demented Are Go, Klingonz, Mad Sin), enquanto o estilo dos anos 90 e 2000 se aproxima do som do psychobilly norte-americano (Reverend Horton Heat, Los Gatos Locos, Tiger Army).

A moda psychobilly é caracterizada por um penteado chamado “quiff”, enquanto as roupas combinam o estilo punk (cabelo tingido, trajes surrados e rasgados e jaquetas de couro), com a moda inicial do rockabilly (estampas com figuras de animais).

Horrorpops


28
12 08
Arquivado em Dança
Postado por Isa F. | { Comentar }

“O estilo tribal pode ser considerado uma fusão de varias danças étnicas resgatando varias raízes e nossos ancestrais. É uma dança onde a bailarina pode se expressar de várias maneiras, pois cria uma ligação do corpo com a alma e a natureza.”

O Estilo Tribal é relativamente recente no mundo da dança, mas bebe na fonte de diversas culturas antigas e mistura tudo numa alquimia de tom contemporâneo. Uma de suas facetas mais interessantes é a improvisação coordenada, semelhante à brincadeira de “siga o líder”, baseando-se numa série de códigos e sinais corporais que as bailarinas aprendem para se comunicar entre si durante a apresentação.
No caldeirão da universalização, aponta como um estilo visionário…

Mahaila Diluzz é dançarina e facilitadora desta modalidade. Em formação acadêmica como assistente social, desenvolveu trabalhos com mulheres de baixa renda na área da saúde, prevenção de DST, planejamento familiar e direito da mulher, o que lhe proporcionou amplo conhecimento sobre psicologia e anatomia feminina. Depois fez teatro e biodança, pratica dança do ventre desde 1993, abriu seu estúdio, promoveu eventos, recebeu premiações e, com tudo isso, gosta de passar seu lema a todas as mulheres que a procuram: “Viva melhor”.

Estilo Tribal, a dança do novo milênio?

Não é folclore, nem é etnicamente tradicional. O Estilo Tribal é uma modalidade de dança que funde conceitos e movimentos de danças étnicas das mais variadas regiões, como Dança do Ventre, Flamenco, Dança Indiana e Dança Havaiana, além de folclores de diversas partes do Oriente e danças tribais da África Central.

Falar sobre Tribal é mostrar, com o corpo, a rede cultural dos povos do mundo. O termo se refere à comunidade, grupo, família, aspectos do feminino que trabalham a preservação da espécie, o cuidado com o outro, a manutenção da vida e do lar. É uma dança ecológica até em seu figurino, pois faz utilização de sementes, flores, conchas e tudo o mais que remeta à ancestralidade e naturalidade. Cada trupe ou tribo cuida dos seus integrantes objetivando a harmonia do todo. Para dançar Tribal é preciso conhecer as etnias que irão compor o estilo através de estudo, o que fará com que nos aproximemos das diversidades culturais, dando margem à nossa compreensão das mesmas. Neste estudo, acabamos por encontrar nas diferenças, justamente, grandes semelhanças de movimentos. Ricos em significados e símbolos próprios, trazidos à luz do Tribal através das mesclas, harmonizam-se quanto à intenção de tornar pública a arte de cada cultura. Dançar Tribal é celebrar e propor a paz e a harmonia entre os povos de todas as raças e credos… Assim, o Tribal seria a dança do novo milênio, da universalização, da globalização. A Dança do futuro!

Histórico – A vertente surgiu nos EUA, em 1969, quando a bailarina Jamila Salimpour, ao fazer uma viagem ao Oriente, se encantou com os costumes dos povos tribais. De volta à América, Jamila resolveu inovar e mesclar as diversas manifestações culturais que havia conhecido em viagem. Com sua trupe Bal Anat, passou a desenvolver coreografias que utilizavam acessórios das danças folclóricas e passos característicos da dança oriental, baseando-se em lendas tradicionais do Oriente para criar uma espécie de dança-teatro, acrescentando um figurino inspirado no vestuário típico das mulheres orientais.
Uma forte característica trazida das danças tribais é a coletividade. Não há performances solos no Estilo Tribal. As bailarinas, como numa tribo, celebram a vida e a dança em grupo.
Nos anos 1980, novas trupes já haviam se espalhado pelos EUA. Masha Archer, discípula de Jamila, ensina à Carolena Nericcio a técnica criada por Jamila baseada nos trabalhos de repetição e condicionamento muscular do Ballet Clássico adaptados aos movimentos das danças étnicas. Incentivada pelas diferenciações do novo estilo, Carolena forma sua própria trupe e dá novos contornos à história do Estilo Tribal.

Com sua trupe Fat Chance Belly Dance, inseriu no Estilo Tribal a característica mais forte do Estilo Tribal Americano: a improvisação coordenada. Este sistema de improvisos parece uma brincadeira de “siga o líder” e baseia-se numa série de códigos e sinais corporais que as bailarinas aprendem, trupe a trupe. Esses sinais indicam qual será o próximo movimento a realizar, quando haverá transições, trocas de liderança, etc.
Uma nova postura foi adotada pelas bailarinas desse estilo, inspirada no flamenco, com posições corporais diferenciadas visando maior amplitude aos movimentos.

Nos anos 90, o Estilo Tribal passou a demonstrar a presença de outras danças. Além da Dança do Ventre, introduziu Dança Indiana, Flamenco, dança moderna e jazz. Nasce ai o Neo Tribal, um sub-estilo que já não se mantém preso ao sistema de sinalização do Estilo Tribal Americano, trabalha com peças coreografadas e ganha liberdade com a adição de novos movimentos, inovações cênicas, acessórios e composição de figurino.
Em 2002, no Brasil, Shaide Halim cria a Cia. Halim Dança Étnica Contemporânea – a primeira trupe tribal do Brasil, criando assim o Estilo Tribal Brasileiro. Desenvolvendo um trabalho baseado nestas modificações pelas quais o estilo passou, inova mais uma vez ao trabalhar com as danças de uma forma mais homogênea. A Cia. Halim tem seu trabalho coreográfico orientado pela composição musical, dando ênfase a uma ou outra modalidade de dança, seja esta oriental, indiana, africana ou brasileira, a partir do tema musical.

O Estilo Tribal Brasileiro chegou a Porto Alegre neste ano de 2006, através de um workshop realizado por Shaide Halim, produzido pelo Estúdio Mahaila Diluzz, que agora vem ensinando o método Cia Halim. Nosso objetivo é divulgar e difundir o Estilo Tribal Brasileiro, imprimindo neste, a marca de nossa cultura, criando uma nova forma de expressão inovadora, pois acreditamos no potencial criativo de nossa gente.

por Mahaila Diluzz
Dançarina e Professora
Dança do Ventre, Dança Cigana, Dança Indiana, Dança Havaiana, Dança de Salão e Dança Étnica Contemporânea/Tribal
mahailadiluzz@hotmail.com

Porto Alegre/RS

FONTE: google