André Vianco é hoje o escritor brasileiro que mais conquista leitores de fantasia e terror.
Seus livros, com tiragens iniciais na casa dos 15.000 exemplares são lidos de norte a sul do país, começando a pipocar também fora do Brasil.
Os leitores não têm idade. O escritor costuma receber gente dos 11 aos 50 anos em suas concorridas noites de autógrafos, em lançamentos das obras.
Vianco explora o sobrenatural e o imaginário popular com facilidade e entusiasmo, levando o leitor a uma viagem sem volta, a um “vício” do bem. Não são raros aqueles que levam pilhas de livros aos eventos onde o escritor aparece e destacam a simpatia e o carinho com que o autor trata cada um deles, atendendo a todos até o último da fila. O escritor da muito valor a esse contato com aqueles que lêem suas obras. Fica contente quando pais agradecem pelo fato de muitos jovens hoje estarem ingressando no mundo das letras graças a seus romances de aventura, de leitura interessante e cativante, que acaba convertendo até mesmo aqueles que juravam que nunca leriam um livro inteiro na vida.

O personagem foi criado por Oscar Wilde em seu único romance publicado, chamado “O Retrato de Dorian Gray”, que foi continuamente revisado e alterado, dando origem a capítulos adicionais inteiros.
Sua primeira publicação se deu a 20 de Junho de 1890, em destaque na revista mensal Lippincotts, com versões posteriores na Ward, Lock, and Company em Abril de 1891.
Com o título em inglês “The Picture of Dorian Gray”, por alguma razão costuma ser atribuída à obra o título “The Portrait of Dorian Gray”.
O romance conta a história de um jovem chamado Dorian Gray, cujo quadro é pintado pelo artista Basil Hallward, que se impressiona por sua beleza e fica por ele fascinado, acreditando ser sua aparência responsável por seu novo estilo artístico.
No jardim de Basil, Dorian conhece Lord Henry Wottom, amigo do artista com o qual fica estarrecido devido a forma pela qual este vê o mundo. Manifestando uma forma alternativa de hedonismo, Lord Henry sugere que as únicas coisas que merecem ser almejadas e perseguidas na vida são a beleza e a saciedade dos sentidos.
Antevendo que, eventualmente, sua beleza se esvairia, Dorian desabafa e expressa seu desejo de vender sua alma para garantir que a pintura de Basil envelheça em seu lugar.
Tragicamente, o desejo de Dorian é satisfeito, fazendo-o imergir em uma diversidade de atos perversos. A pintura, por sua vez, serve de lembrança do efeito que cada ato tem sobre sua alma, cada pecado expresso com o desfigurar da forma ou por sinais de envelhecimento.
Considerada uma obra do gênero Ficção de Horror Gótico Clássico, “O Retrato de Dorian Gray” carrega um forte elemento Faustiano.
Adaptações Cinematográficas
Dorian Gray (2009)
The Picture of Dorian Gray (2006)
The Picture of Dorian Gray (2004)
Le portrait de Dorian Gray (1977)
The Picture of Dorian Gray (1945)
Il novelliere: The picture of Dorian Gray (1958)
The Picture of Dorian Gray (1916)
The Picture of Dorian Gray (1915)
The Picture of Dorian Gray (1913)
Fonte: steampedia.com.br
Eu sei que vocês conhecem Agatha Christie mas eu não poderia deixar de falar dela…

Agatha Mary Clarissa Mallowan (Torquay, 15 de Setembro de 1890 — Wallingford, 12 de Janeiro de 1976), mundialmente conhecida como Agatha Christie, foi uma romancista policial britânica e autora de mais de oitenta livros. Seus livros são os mais traduzidos de todo o planeta, superados apenas pela Bíblia e pelas obras de Shakespeare. É conhecida como Duquesa da Morte, Rainha do Crime, dentre outros títulos.
Criou os famosos personagens Hercule Poirot, Miss Marple, Tommy e Tuppence Beresford e Parker Pyne.
Biografia
Nascida Agatha Mary Clarissa Miller em 15 de Setembro de 1890, Agatha Christie é conhecida pelo mundo como a Rainha do Crime. Os seus livros venderam mais de um bilhão de cópias em inglês, além de outro bilhão em línguas estrangeiras. Ela é a autora mais publicada de todos os tempos em qualquer idioma, somente ultrapassada pela Bíblia, e mais que Shakespeare. Ela é a autora de oitenta romances policiais e coleções de pequenas histórias, dezenove peças e seis romances escritos sob o nome de ‘Mary Westmacott. Agatha foi pioneira ao fazer com que os desfechos de seus livros fossem extremamente impressionantes e inesperados, sendo praticamente impossível ao leitor descobrir quem é o assassino.
Casou-se pela primeira vez em 1914, com o Coronel Archibald Christie, piloto do Corpo Real de Aviadores. O casal teve uma filha, Rosalind, e divorciou-se em 1928.
Durante a Primeira Guerra Mundial, Agatha trabalhou em um hospital e em uma farmácia, funções que influenciaram seu trabalho: muitos dos assassinatos em seus livros foram cometidos com o uso de veneno.
Em 1930, casou-se com o arqueólogo Sir Max Mallowan. Mallowan era 14 anos mais jovem que a escritora, e suas viagens juntos contribuíram com material para vários de seus romances situados no Oriente Médio. O casamento duraria até a morte da escritora.
Em 1971 ela recebeu o título de Dama da Ordem do Império Britânico.
Agatha Christie morreu em 12 de janeiro de 1976, aos 85 anos de idade, de causas naturais, em sua residência – Winterbrook, em Wallingford, Oxfordshire. Ela está enterrada no Cemitério da Paróquia de St. Mary, em Cholsey, Oxon.
A única filha da autora, Rosalind Hicks, morreu em 28 de outubro de 2004, também com 85 anos, de causas naturais. Os direitos sobre sua obra pertencem agora a seu neto, Mathew Prichard.
A autora e sua obra
Agatha Christie passou a infância e a adolescência num ambiente quase recluso, pois sua mãe se encarregou de dar-lhe formação cultural, proibindo-a de freqüentar escolas públicas. Tinha trinta anos quando conseguiu publicar seu livro de estréia, O misterioso caso de Styles (1921).
Agatha Christie criou dois tipos inesquecíveis: o detetive belga Hercule Poirot, com suas prodigiosas celulazinhas cinzentas no cérebro, e Miss Marple, uma solteirona simpática, observadora sagaz e tão cerebral quanto o detetive belga. Antes de morrer, em 12 de janeiro de 1976, cuidou também de preparar a morte de Miss Marple; e voltou a mansão Styles, cenário de seu primeiro livro, para encerrar a carreira de Poirot em Cai o pano.
Influência da mãe
Agatha começou a escrever sob influência da sua mãe, que a incentivou a criar um conto, para passar o tempo, enquanto Agatha, entediada, se recuperava de uma forte constipação que a deixara de cama. Ela chegou a duvidar da sua capacidade, mas conseguiu. Continuou a escrever, encorajada por Eden Phillpotts, um teatrólogo amigo da família. Quando já era famosa, disse que, durante muitos anos, se divertiu escrevendo histórias melancólicas, em que a maioria dos personagens morria.
O primeiro romance de Agatha Christie, O Misterioso Caso de Styles, foi escrito no final da Primeira Guerra Mundial, durante a qual ela trabalhou como enfermeira. Nele criou Hercule Poirot, o pequeno detetive belga que mais tarde se tornaria o personagem de crimes de ficção mais popular depois de Sherlock Holmes. Foi publicado em 1920.
O Assassinato de Roger Ackroyd
Em 1926, após uma média de um livro por ano, Agatha Christie escreveu a sua obra-prima: O Assassinato de Roger Ackroyd. Este foi o primeiro dos seus livros a ser publicado pela editora Collins, e marcou o início de um relacionamento autor-editor que durou 50 anos e 70 livros. O Assassinato de Roger Ackroyd também foi o primeiro dos livros de Agatha Christie a ser dramatizado – sob o nome de Álibi – e a fazer sucesso no West End de Londres. A Ratoeira, a sua peça mais famosa, estreou em 1952 e é a peça de maior duração em cartaz da história. Ainda é encenada, no mesmo teatro de Londres, desde então.
Ordem do Império Britânico
Agatha Christie tornou-se Dama da Ordem do Império Britânico em 1971. Morreu em 1976, e desde então vários livros seus foram publicados pós-morte: o romance de sucesso Um Crime Adormecido apareceu mais tarde naquele ano, seguido pela sua autobiografia e pela coleção de pequenas histórias Os Casos Finais de Miss Marple, Problem at Pollensa Bay e Enquanto Houver Luz. Em 1998, Café Preto foi a primeira das suas peças a ser adaptada para o teatro por outro autor, Charles Osborne.
O Caso dos Dez Negrinhos
Um dos seus livros mais famosos, “O Caso dos Dez Negrinhos” (Ten Little Niggers) – cujo título se baseia numa cantiga infantil tradicional de Inglaterra – causou muita polémica na época em que foi publicado nos Estados Unidos devido a preocupações com acusações de racismo; por esse motivo, edições mais recentes receberam o título “Then There Were None” (Então Não Sobrou Nenhum). No Brasil, permanece o título original.
Cai o Pano
O livro “Cai o Pano”, narrando a última aventura de Hercule Poirot, foi publicado um pouco antes da sua morte. Agatha disse, quando publicou a história, que preferia matar o seu personagem mais famoso para evitar publicações que ela não aprovaria, após a sua morte. Tanto “Cai o Pano” como “Um Crime Adormecido”, o último livro da personagem Miss Marple, haviam sido escritos na década de 1940, devido à preocupação da autora em não sobreviver à Segunda Guerra Mundial – e também como uma forma de assegurar uma adicional fonte de renda para seu marido e sua filha, a quem ela legou os direitos sobre as obras – e ficaram guardados durante décadas no cofre de um banco.

Hercule Poirot – Detetive fictício e protagonista da maioria dos livros de Aghata Christie – Na foto David Suchet, ator da série televisiva.
Controvérsia
Em sua autobiografia, Agatha descreve o crescente distanciamento entre ela e o marido após a compra de uma casa no campo, quando ele se tornou afeito ao golfe, dedicando a maior parte dos seus fins-de-semana ao desporto. Mas a crise sobreveio quando, após a morte da sua mãe, Agatha precisou assumir a organização da propriedade da família, Ashfield, em Torquay. Ela e o marido combinaram que iriam fechar a sua casa, e ela passaria o verão em Ashfield com a filha Rosalind, enquanto Archibald Christie, que trabalhava em Londres, passaria a pernoitar no seu Clube, na cidade. Com a missão concluída, a família reencontrar-se-ia para uma viagem à Itália.
Agatha passou cerca de três meses separando, sozinha, os documentos e objetos antigos da família, decidindo o que seria doado, jogado fora, distribuído entre os parentes – tarefa que, combinada com o seu sofrimento pela morte da mãe, a mergulhou numa profunda depressão. Na data combinada, Archibald Christie chegou e disse que não desejava mais viajar; por fim, acabou por confessar que, durante a sua temporada sozinho em Londres, se envolvera com outra mulher (Nancy Neele), e queria o divórcio para se poderem casar.
Esses eventos levaram ao colapso nervoso, que culminou com o famoso desaparecimento da escritora.
Em Dezembro de 1926, o carro de Agatha foi encontrado abandonado, com as portas abertas, à beira de um lago, sem nenhum bilhete ou indício de seu paradeiro. Foram feitas buscas intensas, sem sucesso; falou-se de rapto, suicídio e assassinato; o marido infiel virou suspeito. No entanto, depois de 12 dias, o empregado de um hotel na cidade de Harrogate contactou a polícia, informando que uma hóspede do hotel parecia-se muito com as fotos divulgadas da escritora desaparecida. Chegando ao local, os investigadores constataram que tratava-se de fato de Agatha Christie, que se havia registado no hotel sob o nome de Theresa Neele (o mesmo apelido da amante do seu marido).
A despeito das diversas teorias aventadas sobre o episódio – inclusive a acusação de que se tratara de um golpe publicitário – a autora jamais entrou em detalhes sobre o acontecido; a declaração oficial foi de que ela tinha sofrido um colapso nervoso, que provocara uma crise de amnésia temporária.
Embora em seus livros autobiográficos não haja quase nenhuma informação sobre o epísódio de seu desaparecimento, acredita-se que, em “O Retrato”, publicado sob o nome de Mary Westmacott, Agatha conte muito da sua história através da personagem Celia, que pensa em suicídio após ser abandonada pelo marido.
Morte da escritora
Agatha Christie morreu de causas naturais em 12 de Janeiro de 1976, deixando inconsoláveis milhões de leitores fiéis, e uma fortuna calculada em 20 milhões de dólares.

Placa em homenagem a Agatha Christie na Abadia de Torre (Torre Abbey), na Inglaterra.
Fonte: Wikipedia





























