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Posts da categoria ‘Sintetizador de ossos’

01
01 09
Arquivado em Sintetizador de ossos
Postado por Isa F. | { 1 comentário }

“Juno Reactor é formado pelo músico britânico Ben Watkins conhecido pela fusão entre a música cinematrográfica e a música eletrônica em vários projetos como Pistolero e a série de filmes The Matrix (Burly Brawl, Monalisa Overdrive e Navras).”

O projeto é muito bom, toda vez que eu escuto eu fico toda arrepiada porque é muito bom mesmo. No começo eu achei estranho, ainda mais vendo os clipes com um bando de loucos dançando mas eu sempre tive paixão por batucadas tribais e o Juno Reactor tem isso neste álbum e eu me apaixonei. Dou mais destaque para as músicas Inca Steppa, Tokyo Dub, Perfect Crime e Tanta Pena (que é minha favorita deste album). Vale a pena conferir, é um trabalho único e viciante também!

Juno Reactor – Gods & Monsters (2008)

Tracklisting:

1 Inca Steppa (7:45)
2 Tokyo Dub (7:08)
3 Las Vegas Future Past (5:59)
4 Mind Of The Free (6:13)
5 Immaculate Cruxifiction (7:38)
6 City Of The Sinful (4:43)
7 Tanta Pena (5:51)
8 Perfect Crime (6:24)
9 Pretty Girl (5:28)

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30
12 08
Arquivado em Sintetizador de ossos
Postado por Isa F. | { 3 comentários }

“Projeto de Darkwave encabeçado pelos irmãos Hansen. O projeto começou em 1991 e existe até hoje, embora os irmãos Hansen tenham criado uma série de projetos paralelos. É perfeito para quem gosta de Sopor Aeternus e Android Lust”

Site Oficial
http://www.oneiroidpsychosis.com/
MySpace
http://www.myspace.com/oneiroidpsychosis

ÁLBUNS PARA DOWNLOAD

Discografia semi-completa. O único que não foi encontrado foi o album Sentient. Créditos aos colegas da comunidade Gótico/Darkwave no Brasil que postaram diversos albuns.

Garden of Remembrance

1. “Dark Day” – 5:02
2. “October” – 4:46
3. “Solace of the Shadows” – 2:03
4. “Galatea” – 4:14
5. “Wandering of the Womb” – 3:04
6. “Tristesse” – 4:53
7. “Mircalla” – 4:59
8. “Long Lost” – 2:37
9. “Iea” – 2:48
10. “A Soul Upon All This” – 5:10
11. “Carmilla” – 5:53
12. “Cloud of Unknowing” – 3:35
13. “Nihil Novum Sub Sole” – 13:16

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Fantasies about illness

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Oneiroid Psychosis – Stillbirth

Tracklist:

1.Succubi
2.Prurience
3.Fleshmachine
4.Bloodlust
5.Menarche
6.Hypnagogic Existence
7.Psycopathia Sexualis
8.Mind’s I
9.Motionless
10.Broken Eyes
11.Untitled (Bonus)

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Dreams

1. “killed today a young girl; it was fine and hot.” – 4:05
2. Winter Day – 6:56
3. Discharge – 5:11
4. Cursed – 4:01
5. Withering and Wishing – 6:11
6. Disturbance – 7:58
7. Fragments – 5:11
8. In Nature and Black – 6:47

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Forever is Forgotten

TRACKLIST

1. Mysterium Tremendum – 6:04
2. Birth and Death – 15:08
3. The Room – 6:37
4. The Devil’s Tongue – 15:16
5. As Leaves Fell – 6:44
6. Never Forgive, Never Forget – 3:16

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Assuage

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POR TORRENT

Tem quase todos os álbuns menos o SENTIENT. Depois que baixar o arquivo torrent baixe o programa BitTORRENT (ou qualquer programa torrent da sua preferência) para baixar os albuns ;)

LINK DO ARQUIVO TORRENT

E por último e o mais esperado álbum!!!!

Sentient

Download

Senha do Sentient: www.synthema.ru


28
12 08
Arquivado em Sintetizador de ossos
Postado por Isa F. | { Comentar }

Klaus Nomi era uma autêntica criatura alienígena que caiu de pára quedas (ou sem) na cena underground new wave. Com voz estudada, contra-tenor, Klaus levou a opera para o mundo pop, e vice versa.

“Parece um marciano,
canta como uma diva”

Com um visual inacreditavelmente elaborado – que mais se assemelhava a um “clown” cibernético saído de uma Commedia dell’Arte Cósmica – cantava um repertório que mesclava rock and roll, trechos de óperas e trilhas de filmes. Ancorado por uma banda que resolvia muito bem os desafios deste tipo de ecletismo, arrasava no rock e era um(a) excelente soprano lírico(a). Difícil imaginar isto nos anos 80? Pois é, até mesmo naqueles anos de loucuras instituídas por um vale-tudo estilístico, Klaus Nomi não passava desapercebido.

Seu visual absurdo, inspirado numa combinação de expressionismo alemão com o design da escola Bauhaus, era de um impacto tão grande que chegou a ser escalado para desfiles da Fiorucci, uma grande marca de roupas da época. A Interview, revista criada por Andy Warhol, e acostumada à bizarrice nova iorquina, abriu suas páginas para ele por diversas ocasiões. E este andróide vampiresco construiu sua carreira musical com apenas 3 discos, sendo dois de estúdio e um ao vivo. Tocou com músicos amadores, mas também com David Bowie e com orquestras consagradas. Infelizmente o cometa durou pouco e, aos 39 anos, exatamente em 1983, aquele que era chamado de “comandante da invasão marciana” morreu vítima da AIDS. Na verdade foi a primeira pessoa VIP a ter a síndrome assumida publicamente, o que causou o afastamento da maioria de seus amigos, já que naqueles tempos a doença era conhecida como “peste gay”, e o contágio era proclamado como arrasador. Assim terminou a história deste sujeito que saiu do interior da Alemanha nos anos 70 e foi para o lugar certo, a New York new-wave, que o consagrou.

Durante um bom tempo pensou-se que Nomi havia se diluído no imenso mar do esquecimento, até se perceber que seus discos continuavam a ser vendidos e a busca por informações em sites sobre ele, pipocavam na net. Agora surge nos cinemas uma produção sobre o cara intitulada The Nomi Song, dirigida por Andrew Horn, que fez um misto de documentário, musical e ficção científica, e que já está coletando premiações, inclusive ganhando como o melhor em sua área no Festival Internacional de Berlin, ano passado.

Com o subtítulo “Ele veio do espaço para salvar a raça humana”, o filme está “bombando”, por enquanto, só no hemisfério lá de cima, mas certamente chegará até nós. Já disponível em DVD (www.thenomisong.com) , contando com vários registros das performances do artista, mostra sua personalidade polêmica que revelava, na verdade, uma confluência de seus vários estilos de vida.

Auto-intitulado “a vídeo estrela perfeita”, Nomi explodiu na mídia com suas performances robóticas bem antes da MTV transformar os videoclips em fenômeno de “mass media”. Nascido no pós guerra, foi criado mamando em três tetas musicais: a tradição operística germânica, a diva Maria Callas e a Rádio das Forças Armadas, onde ouvia Elvis. Nomi tirou daí os referenciais de sua “anima” artística fazendo o personagem híbrido que, na chamada comercial do filme, resulta nas perguntas: ”Homem ou Marciano? New Wave ou Ópera?”. E, diga-se de passagem, o resultado desta mistura é surpreendente.

Por exemplo, sua gravação da “Ária da Sedução” da ópera “Sansão e Dalila”, de Saint Saens, é de fazer os similares nacionais, que se aventuraram por esta seara rock/ópera, quebrarem todos os seus discos onde tentaram fazer algo parecido. E não para por aí: sua interpretação da ária “Waiward Sisters”, da ópera “Dido e Enéas”, de Purcell, também é portentosa. Num arranjo volumoso de sintetizadores eletrônicos, emerge a voz cristalina de Klaus Nomi, fazendo um contraponto musical, como se fosse um facho de luz numa névoa densa. Mas, como disse acima, o repertório era eclético, e esta mesma ária é mesclada com “Ding dong (the witch is dead)”, que faz parte da trilha sonora do filme “O Mágico de Oz”. Além de tudo, o cara tinha um grande humor…

O documentário é um bombardeio de imagens, o que não poderia ser diferente, já que Nomi era um “expert” em desafios visuais. Quando ainda estava na Alemanha, cantava travestido num bar freqüentado por soldados americanos e foi lá mesmo que conheceu um deles que o levou para New York. Era o lugar certo, a hora certa, mas a doença errada. A cena dos clubes da Big Apple fervia, e o espaço ( e a liberdade ) que proporcionava fez a carreira do performático andróide decolar. E, oriundo do mundo underground, foi parar em destaque nas páginas dos cadernos de cultura de todos os jornais da cidade, desde o Village Voice (radicalmente “gay”) até o New York Times (radicalmente “straight”). Mas veio a AIDS e fez, do homem, o mito… Isto tudo está no filme, porém Andrew Horn privilegia a música, o “performer” e a sua criatividade exacerbada, mostrando um retrato indelével do artista inovador que ele foi. Tudo resulta num depoimento afetivo e elegante que, confirmado pela crítica, é um prazer a ser vivenciado.

Créditos pelo texto: google


28
12 08
Arquivado em Sintetizador de ossos
Postado por Isa F. | { Comentar }

Psychobilly é um gênero musical geralmente descrito como um mistura entre o punk do final dos anos 70 e o rockabilly norte-americano dos anos 50. O gênero também é caracterizado pelas referências à filmes de terror e assuntos como violência, sexualidade lúgebre e outros tópicos geralmente considerados tabus, embora apresentados de forma cômica e corajosa.

O termo “psychobilly” foi usado pela primeira vez por Johnny Cash em sua canção “One Piece at Time”, sucesso no Top Ten de 1976. Passaria a ser usado para definir o gênero alguns anos depois, quando o The Cramps descreveu sua música como “psychobilly” e “voodoo rockabilly” nos pôsteres de seus shows. Embora o Cramps tenha rejeitado a idéia de ser parte do cenário psychobilly, são eles, juntamente com artistas como Screamin’ Jay Hawkins, The Stray Cats e Motörhead, os considerados precurssores do movimento. Musicalmente falando, haviam antecedentes também no cenário garage rock e pub rock já nos anos 60 e começo dos 70.

A primeira banda considerada psychobilly foi a Meteors, formada no sul de Londres em 1980. Com um integrante que fazia parte da subcultura rockabilly, outro envolvido com a subcultura punk e um terceiro que era fã de filmes de terror, suas idéias musicais se juntaram e formataram o gênero como ele existe atualmente. O Meteors também inventou o conceito do psychobilly ser apolítico, encorajando seus shows a serem zona “não-politizada” em função de evitar brigas entre os fãs, como estava se tornando recorrente no cenário punk da época. Até hoje, praticamente nenhuma música de psychobilly fala de política.

Em 1982 uma casa noturna chamada Klubfoot foi aberta em Hammersmith, a oeste de Londres, criando um lar para o cenário britânico de psychobilly. O clube seria eventualmente demolido, dando lugar a prédios de escritórios e uma estação de ônibus. Por nunca ter sido um estilo muito popular, seus fãs frequentemente organizam “Finais de Semana Psychobilly” em que várias bandas tocam juntas para conseguir atrair bastante público. Os primeiros finais de semana foram organizados no Reino Unido em meados dos anos 80.

O psychobilly eventualmente se espalharia através da Europa, particularmente na Alemanha, Itália e Espanha, em alguns lugares nos Estados Unidos e gradualmente na Ásia, especialmente no Japão. Enquanto o psychobilly do começo dos anos 80 (com Meteors, Sharks, Batmobile) era similar ao punk ou ao garage rock, o psychobilly do final da mesma década já lembrava mais o heavy metal (com Nekromantix, Demented Are Go, Klingonz, Mad Sin), enquanto o estilo dos anos 90 e 2000 se aproxima do som do psychobilly norte-americano (Reverend Horton Heat, Los Gatos Locos, Tiger Army).

A moda psychobilly é caracterizada por um penteado chamado “quiff”, enquanto as roupas combinam o estilo punk (cabelo tingido, trajes surrados e rasgados e jaquetas de couro), com a moda inicial do rockabilly (estampas com figuras de animais).

Horrorpops


28
12 08
Arquivado em Sintetizador de ossos
Postado por Isa F. | { Comentar }

É um projeto de gênero ethereal, ethno, darkwave formada em Leipzig, Alemanha, no ano de 1990 por Maik Hartung, Sven Mertens, Susann Heinrich e Ralf Donis.Love Is Colder Than Death tornou-se rapidamente uma das mais conceituadas bandas do universo gótico mundial. Suas músicas possuem grande densidade e uma vasta variedade de nuances musicais, remetendo a músicas regionais de diversas partes do mundo.

Não vou escrever uma biografia completa, quem quiser que leia a biografia no site dos caras. Apenas deixarei um album deles pra quem quiser baixar:

Love Is Colder Than Death – Inside The Bell (2004)

1 Wanabi (10:41)

2 Holy Thursday (4:46)

3 Song Of Faith (7:18)

4 Humming Bird (5:43)

5 Point Of A Boundary Line (3:27)

6 First Light In The Dawn (5:53)

7 Spells (5:15)

8 Veronensis (3:46)

9 Saaidi (4:35)

10 Untitled (0:11)

11 Oxeia (3:14)

12 Structure (2:04)

13 Turn Away No More (3:20)

14 In Your Presence (2:36)

15 Till The End (4:07)

DOWNLOAD

+ INFO SOBRE:

http://www.lictd.com/

http://www.myspace.com/lictd